Livros são espelhos. Gostamos de um livro não por causa de eventuais informações que ele nos passe, mas porque nos vemos refletidos nele.
Para Rubem Alves, as memórias não são meros registros do passado, mas lugares aos quais qualquer pessoa pode retornar com o coração. Se em O velho que acordou menino ele nos conduziu pelas alegrias e assombros da infância, em O sapo que queria ser...






































