Para Rubem Alves, as memórias não são meros registros do passado, mas lugares aos quais qualquer pessoa pode retornar com o coração. Se em O velho que acordou menino ele nos conduziu pelas alegrias e assombros da infância, em O sapo que queria ser príncipe o fio da lembrança nos levará pelos caminhos da juventude, quando – muito antes de ser o escritor idolatrado que se tornaria –...






































