Os bastidores do evento que definiu o rumo da Segunda Guerra Mundial
Os bastidores do Dia D narrados pela perspectiva de Winston Churchill
O Dia D é celebrado como um grande triunfo e um ponto de virada da Segunda Guerra Mundial, mas Churchill sabia que operações de grande escala, tanto terrestres quanto navais, estavam repletas de perigos e a vitória não era garantida. O que teria acontecido se o Dia D tivesse falhado? O resultado da guerra teria sido diferente?
Combinando a análise do General Richard Dannatt – um dos mais respeitados líderes militares contemporâneos da Grã-Bretanha – à visão de Allen Packwood, que está entre os maiores especialistas no legado de Churchill, O Dia D de Churchill revela as complexidades do pensamento do primeiro-ministro, a força de sua liderança e seu planejamento certeiro diante de uma situação oportuna.
Estas páginas nos transportam a esse momento crítico para testemunharmos os eventos conforme se desenrolaram. Por meio de documentos e cartas, temos uma vívida sensação dos riscos envolvidos no planejamento e na execução da Operação Overlord, a maior operação terrestre, naval e aérea já realizada.
A correspondência com a esposa Clementine, as trocas com o presidente Roosevelt, com de Gaulle, Eisenhower, Montgomery e Patton são a matéria e a originalidade deste relato inédito e cativante dos bastidores do Dia D, que oferece uma história para que os leitores vivenciem a invasão da Normandia como o próprio Winston Churchill a experimentou.
UM LIVRO PARA ENTENDER A REVOLUÇÃO FRANCESA, SEUS DESDOBRAMENTOS E O IMPACTO DE ROBESPIERRE NA DEMOCRACIA
O dia 27 de julho de 1794, ou dia 9 Termidor, é amplamente reconhecido como um marco na história da Revolução Francesa. À meia-noite, Maximilien Robespierre, o membro mais proeminente do Comitê de Salvação Pública, que havia dirigido o Terror por mais de um ano, estava planejando destruir uma das conspirações mais perigosas que a Revolução havia enfrentado.
Ao final de um dia cheio de incertezas, surpresas, reviravoltas e reveses, seu mundo havia sido virado de cabeça para baixo. Ele era um fora da lei, em fuga, e procurado por conspiração contra a República. Sentia que toda a sua vida e sua carreira revolucionária estavam chegando ao fim. E, de fato, estavam. Ele se matou pouco depois. Meio-morto, a guilhotina o executou de forma macabra no dia seguinte.
Em A queda de Robespierre, Colin Jones oferece uma crônica emocionante dessas 24 horas históricas e turbulentas, com múltiplos atores envolvidos - comerciantes, funcionários públicos, sans-culottes, além de eleitos nacionais e municipais. Por fervor ideológico, instinto de preservação, apatia ou acaso, todos tiveram um papel a desempenhar nesse episódio crucial da Revolução Francesa.
O livro que oferece um panorama abrangente da trajetória coreana, desde as suas origens até os desafios e transformações do século XX
Neste livro, Emiliano Unzer, historiador especialista em Ásia, oferece um panorama abrangente da trajetória coreana, desde suas origens até os desafios e transformações do século XX, destacando a formação de uma identidade singular em meio a influências externas e conflitos internos.
Ao longo dos séculos, a Coreia enfrentou invasões, dominações e divisões, além de desenvolver uma cultura vibrante e uma filosofia própria. A ascensão de reinos como Koryo e Joseon, a resistência à colonização japonesa e a divisão da península após a Guerra da Coreia são alguns dos momentos cruciais que moldaram o destino da península.
Nestas páginas, o professor e pesquisador Emiliano Unzer examina não apenas os eventos políticos, mas também os aspectos sociais, econômicos e culturais que definiram a Coreia. O contexto geográfico e as relações com os vizinhos do Leste Asiático são igualmente explorados, proporcionando uma visão ampla e integrada dessa história complexa.
Esta é uma narrativa sobre resistência, adaptação e reinvenção. Uma história que revela como a Coreia, entre grandezas e tragédias, enfrentou e superou desafios que a colocaram no centro de transformações no Leste Asiático e no mundo.
Criado na Espanha em 1976, o selo Crítica começou a ser publicado no Brasil em 2016 e é conhecido pela qualidade de seus títulos na área de história e ciências em geral. Reúne alguns dos mais prestigiados historiadores contemporâneos como Niall Ferguson, Richard Evans, Antony Beevor e Peter Frankopan, entre outros. Intelectuais como Noam Chomsky, ganhadores do Prêmio Nobel como a cientista Elizabeth Blackburn e Miguel Nicolelis, um dos mais importantes cientistas brasileiros, também integram o elenco de autores do selo.