Estamos quase sempre ocupados com o desejo de não ficarmos tão ocupados no futuro. As plataformas às quais nos conectamos vendam nossos olhos: a atenção é o ouro do agora.
O computador resolve “quase” tudo, os algoritmos estão sempre à nossa disposição, o tempo todo. Mas, e a nossa comunicação? O nosso tempo com o outro? O que entala? O que vai somando no inconsciente, trancando...














