As anotações pessoais de Karol Wojtyła despertaram grande interesse já na época de sua morte, em 2005. Em seu testamento, porém, o papa havia feito um pedido a seu assistente, Stanisław Dziwisz, que o acompanhara ao longo de 40 anos em seu episcopado e papado: ele solicitava que todas elas fossem destruídas. Dziwisz, atual arcebispo de Cracóvia, não destruiu as anotações, mas decidiu...












